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Segunda, Setembro 06, 2010

BRASIL É HEXA!

Pelo menos nas mesas de Brasília o Brasil já conquistou a Copa do Mundo de 2010.

Representado por Adolpho Parente, o Brasil venceu Portugal, do técnico Marcelo Motta, numa final bastante equilibrada e com alguma tensão, por 1 x 0, gol de Robinho, ainda no primeiro tempo, aproveitando um dos poucos erros acontecidos no jogo.

Faltou pouco para Marcelo Motta conquistar sua terceira Copa do Mundo consecutiva, eis que venceu essa competição nos anos de 2002 e 2006.

Promovida pela Federação Brasiliense de Futebol de Mesa e realizada na AABB-Brasília (DF), nos dias 5 e 6 de junho, a Copa do Mundo 2010 foi disputada por 32 técnicos, cada um representando uma seleção que irá disputar a competição máxima da FIFA a partir do dia 11 de junho próximo.

Foram 20 técnicos da AABB-Brasília, 5 da Cidade Ocidental (GO), quatro do Atlético Goianiense, de Goiânia (GO) e três do América, de São José do Rio Preto (SP).

O regulamento foi o mesmo que será utilizado na Copa do Mundo da FIFA, com duas pequenas mudanças: 1. Não haveria prorrogação quando houvesse empate nos jogos das oitavas-de-final em diante, indo direto para a disputa de pênaltis (três cobranças); 2. Foi criada a Taça de Prata, para ser disputada pelos técnicos colocados em 3º e 4º lugares na Primeira Fase.

Os grupos e respectivas classificações foram os seguintes:

GRUPO A – 1º Uruguai (Paulo César Faria), 9 pontos ganhos; 2º México (Márcio Gomes), 6. Obs.: infelizmente, os outros dois técnicos (Marcelo Silva-França e Marcos Mendes-África do Sul) do grupo não compareceram para realizar seus jogos.

GRUPO B – 1º Nigéria (Antônio Carlos Almeida), 6; 2º Argentina (Ricardo Motta), 4; 3º Coréia do Sul (Leonardo Brandão), 4 e 4º Grécia (Rômulo Jaques), 3.

GRUPO C – 1º Argélia (Gilney Medeiros), 9; 2º Estados Unidos (Francisco José), 4; 3º Inglaterra (Roberto Pessoa), 3 e 4º Eslovênia (Einstein Martins), 1.

GRUPO D – 1º Gana (Alcides Figueira Filho), 5; 2º Austrália (Paulo Roberto Holanda), 4; 3º Sérvia (Fábio Marques), 4 e 4º Alemanha (José Ricardo Almeida), 2.

GRUPO E – 1º Camarões (Luiz Cláudio Caruso), 7; 2º Dinamarca (Tarcízio Dinoá Junior), 6; 3º Holanda (Luciano Sampaio), 4 e 4º Japão (José Luís Mendonça), 0. Obs.: como tinha um compromisso familiar no dia seguinte e para não prejudicar os emparceiramentos das oitavas-de-final, o técnico Luiz Cláudio cedeu sua vaga para Luciano Sampaio, terceiro colocado do grupo.

GRUPO F – 1º Itália (Eduardo Almeida), 7; 2º Paraguai (Jan Buarque), 7; 3º Nova Zelândia (Marcus Amorim), 3 e 4º Eslováquia (William Dias), 0.

GRUPO G – 1º Portugal (Marcelo Motta), 7; 2º Brasil (Adolpho Parente), 5; 3º Coréia do Norte (Paulo Airton Junior), 4 e 4º Costa do Marfim (Yago), 0.

GRUPO H – 1º Honduras (Luiz Humberto Magrini Jr.), 9; 2º Chile (Rodrigo Caruso), 4; 3º Espanha (Sérgio Motta), 3 e 4º Suíça (Wagner Sá), 1.

Com isso, os jogos das oitavas-de-final foram os seguintes:

Uruguai 2 x 2 Argentina (nos pênaltis: Argentina 7 x 6), Argélia 3 x 0 Austrália, Nigéria 3 x 1 México, Gana 1 x 1 Estados Unidos (nos pênaltis: Gana 6 x 5), Paraguai 2 x 0 Dinamarca, Portugal 1 x 0 Chile, Itália 2 x 1 Holanda e Brasil 2 x 0 Honduras.

Nas quartas-de-final, os jogos foram estes: Portugal 2 x 1 Paraguai, Brasil 2 x 0 Itália, Argélia 4 x 2 Argentina e Nigéria 1 x 1 Gana (nos pênaltis: Nigéria 2 x 1).

As semifinais tiveram os seguintes resultados: Portugal 3 x 1 Argélia e Brasil 1 x 1 Nigéria (nos pênaltis: Brasil 7 x 6).

Na decisão do 3º lugar, a Nigéria venceu a Argélia por 2 x 0.

E, na grande final, como já dissemos, o Brasil levou vantagem sobre Portugal, vencendo por 1 x 0, num jogo bastante equilibrado, com o nervosismo (natural de uma final) fazendo com que seus técnicos cometessem pequenos erros. Num desses, ainda no primeiro tempo, Portugal cedeu um escanteio, do que se aproveitou o Brasil para marcar o gol que seria o da vitória.

Parabéns aos dois finalistas que chegaram à final sem derrotas, demonstrando que o título estaria em boas mãos em qualquer circunstância.

Na Taça de Prata, o “caneco” ficou com o Japão, que venceu a Espanha, na final, por 1 x 0, gol de “Tanaka”.

Completando a lista dos dez primeiros colocados da Copa, tivemos: 5º Itália, 6º Paraguai, 7º Gana, 8º Argentina, 9º Uruguai e 10º Honduras.

Foram realizados 79 jogos e assinalados 221 gols, perfazendo a média de quase 3 gols por jogo (2,8).

Tomara que a vitória de Adolpho tenha sido um prenúncio!

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